quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Biografia de Duff McKagan


Teve contato com o baixo a primeira vez por influência de seu irmão mais velho, Bruce. Duff é o filho mais novo do casal Elmer e Alice Marie McKagan. Duff descreve Seattle como "uma grande cidade do Rock N' Roll com um hip no cenário underground".
Duff tocou, ao todo, em 31 bandas no underground de Seattle, incluindo bandas como Ten Minute Warning e uma banda de hard-core punk chamada The Fartz (os peidos). Aos 19 anos se mudou para o sul da Califórniaonde conheceu Slash e Steven Adler formando a banda Road Crew. A banda se separou mas eles manteriam o contato, o que originaria posteriormente o convite de Duff para os dois ingressarem no Guns N' Roses.
"Quando conheci Slash e Steven pela primeira vez foi estranho, pois nunca tinha conhecido caras como aqueles. Saímos e ficamos bêbados aquela noite. Criamos uma banda naquela noite. Era a banda do Slash. A Road Crew!"
— Duff McKagan
Após recrutar os membros do LA Guns, Axl Rose e Izzy Stradlin', o Guns N' Roses estava formado. Após um momento, Axl largou sua banda, Hollywood Rose, pelo LA Guns. Isso gerou alguns problemas pois Izzy agendou shows com as duas bandas em datas iguais — e não apareceu em nenhum deles. Os problemas das duas bandas geraram o nascimento de uma: Guns N' Roses. A nova formação finalizou-se em 6 de junhode 1985. Após dois dias de preparação, Duff e a banda tocaram na terça à noite pela primeira vez num bar conhecido como Troubadour.
Duff é um grande fã de bandas como Sex Pistols, Ramones e The Misfits — a música que Duff canta no álbum The Spaghetti Incident? e nas apresentações ao vivo da era Use Your Illusion eram do The Misfits). Em1990 ele e Slash ajudaram Iggy Pop a escrever seu álbum Brick by Brick.
Duff casou-se pela primeira vez em 28 de maio de 1988 com Mandy Brix, de quem se separou em 1990. Casou novamente em setembro de 1992 com Linda Johnson e se separou dela em setembro de 1995.
Viciado em drogas e álcool, enquanto Stradlin' (não há informações reais que sua saída tenha relação com drogas), e Steven Adler deixaram a banda em 91 e 90 respectivamente. Stradlin retornaria na era Use Your Illusion devido a um acidente de motocicleta que impossibilitou Gilby Clarke, novo guitarrista base de tocar alguns shows devido a uma fratura no pulso. Duff sobreviveu de forma volátil por 11 anos no GN’R. Em 1993 começou seu projeto solo, com o álbum Believe In Me. Em 1997 foi anunciada sua saída oficial da banda. Nesse mesmo ano, escondido da imprensa e do grande público, Duff foi submetido a uma cirurgia de emergência no pâncreas, o que o obrigou a parar de vez com o consumo de álcool.
Em 27 de Agosto de 1997 teve sua primeira filha, Grace, com Susan Holmes, casaram-se em 28 de Agosto de 1999 e em 16 de Julho de 2000 tiveram outra filha, Mae Marie.
Com o passar dos anos Duff tomou algum juízo e largou seu vício tornando-se um bom pai.
Colaborou com o projeto solo de Slash, que foi o de maior renome dentre os membros que fizeram carreira solo. Chegou a lançar um um cd com o supergrupo chamado Neurotic Outsiders onde era guitarrista e vocalista, Matt Sorum e companheiro da era Use Your Illusion no Guns era baterista e tinha ainda Steven Jones [ex-Sex Pistols], guitarrista e John Taylor [Duran Duran], no baixo.
Tentou a sorte como ator em 1997 onde interpretava um "vampiro rocker morto".
Duff viveu entre Los Angeles e Seattle durante o período de 1994 a 1999 devido a doença de Parkinson a qual sua mãe lutou nesse período, e Duff sentiu que tinha de estar perto. Sua mãe faleceu no início de Abril de 1994 e desde então Duff vive em Seattle. Participou de bandas pequenas que ele criou e desfez rapidamente entre 2000 e 2001. Participou em 2001 de uma turnê pelo Japão com Izzy Stradlin', este que divulgava seu álbum solo "River".
Desde Abril de 2002 toca no projeto dos ex-Guns N' Roses Slash e Matt Sorum, o Velvet Revolver.
No dia 14-10-10, Duff subiu ao palco novamente com o Guns N' Roses, em um show em Londres na Arena O2 , tocando 4 músicas : Nice Boys, You Could Be Mine, Knockin' On Heaven's Door e Patience.

Duff McKagan

Michael Andrew conhecido como Duff McKagan (Seattle, 5 de fevereiro de 1964) é um baixistaestadunidense, ex-integrante dos Guns N' Roses. Sua maior influência é Sid Vicious, do Sex Pistols, e ele diz ter roubado 127 carros antes de entrar para a música.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Equipamento Signature de Slash


A Gibson fez duas guitarras para Slash em 1988. A primeira, "Inspired" Slash Les Paul, é uma replica de uma das duas guitarras Les Paul compradas por Slash em 1988. A guitarra tem o acabamento em Faded Heritage Cherry Sunburst, equipada com captadores Seymour Duncan Alnico II Pro e o braço é feito com as exatas especificações da Les Paul original de Slash.
Slash Les Paul Standard é a recriação da Les Paul preferida de Slash e é feita de mogno maciço, com acabamento em Antique Vintage Sunburst. Assim como a original, a guitarra é equipada com captadores Seymor Duncan Alnico II Pro e o braço tem um molde posterior ao da guitarra original de Slash. A guitarra será feita em edição limitada com 1600 unidades.
A Epiphone Les Paul Standard Plustop foi feita para ser uma versão mais acessível do que as duas versões da Gibson, mas ainda sendo um instrumento que oferece alta qualidade. Assim como as versões da Gibson, ela é equipada com captadores Seymour Duncan Alnico II Pro, captador que Slash decidiu colocar em todos os modelos de sua linha de guitarras, e seu acabamento é em Dark Tobacco Burst.[5]
Em 2008, entrou em venda uma edição limitada da "Slash signature Les Paul 'Gold Top'". o modelo fabricado pela Epiphone desta guitarra tem o corpo em mogno maciço com o acabamento em dourado, e com o braço padrão requerido por Slash em todas as suas guitarras, que foi o mais similar ao braço da sua primeira Les Paul. Novamente, captadores Seymour Duncan Alnico II Pro, um item padrão em todas as suas guitarras. Esta versão ainda é equipada com "Epiphone's Locktone Stop Tailpiece" e ponte tune-o-matic, fazendo desse um instrumento mais fácil de tocar, particularmente para novos guitarristas.[6]
A B.C. Rich Handcrafted Mockingbird SL é um modelo signature não-oficial da guitarra B.C. Rich Mockingbird vermelha de Slash (Utilizada no clipe de You Could Be Mine). A SL tem o braço em carvalho e corpo em mogno com a parte externa em carvalho (a Mockingbird de Slash não tem a parte externa do corpo em carvalho), tarrachas Grover Super Rotomatic, trastes em ébano com marcações em forma de diamante, ponte Floyd Rose, captadores Seymour Duncan Alnico II e acabamento em vermelho transparente.[7]
Slash foi o primeiro músico a ter um amplificador, criado pela Marshall para ele. Em 1996, o Marshall Slash JCM 2555SL foi lançado, feito com as especificações do amplificador 1987 Marshall Silver Jubilee 2555 original de Slash. Foram feitas 3000 unidades deste amplificador até ele ser tirado da linha de fabricação.[8]

Amplificadores de Slash

No palco, ele usa somente amplificadores Marshall. Ele alugou um Marshall 1959 vintage fabricado em 1960 e modificado por Tim Caswell nos estúdios da SIR para as gravações de Appetite for Destruction. Slash gostou tanto do amplificador que tentou mantê-lo, contando a história de que o amplificador havia sido roubado, mas um roadie acabou devolvendo o amplificador acidentalmente. Durante os anos 80, Slash usava um amplificador Marshall JCM 2555 Silver Jubilee Anniversary feito em 1987. ele tinha vávulas de amplificação EL34 e três válvulas pré-amplificadoras ECC83. Para as gravações do primeiro álbum do Velvet Revolver, ele usou um Vox AC30 e pequenos tubos de amplificação Fender (para sons "excêntricos"). Para as gravações do segundo álbum do Velvet Revolver, ele usou o novo amplificador Marshall Vintage Modern 2466.

Equipamento de Slash

Slash durante performance em 2005.
Slash possui mais de 100 guitarras.Sua primeira Guitarra foi uma Memphis do modelo Les Paul[1] A guitarra que ele usou para gravar o álbum Appetite For Destruction foi uma 1959 Les Paul Replica feita à mão, sem escudo e com dois captadores Seymour Duncan. A sua guitarra preferida para apresentações ao vivo é uma 1987 Les Paul Standard. Esta guitarra já teve seu braço quebrado em dois lugares, mas Slash fez o reparo necessário e ele continua a usá-la. Grande parte das guitarras de Slash tem captadores Seymour Duncan Alnico II Pro, que são captadores de saída baixa.[2] .
Sua coleção de guitarras inclue:
Uma das guitarras favoritas de Slash é a já mencionada 1959 Les Paul Replica. Ele recebeu essa guitarra durante as sessões de gravação para o primeiro álbum do Guns N' Roses, "Appetite for Destruction". Quando ele não estava conseguindo o som que estava procurando, o gerente da banda achou uma 1959 Les Paul Standard Replica. Ele usou esta guitarra em todos álbuns que gravou com o Guns N' Roses e com o Velvet Revolver. A guitarra ainda foi a base para o instrumento do seu personagem no jogo Guitar Hero III: Legends of Rock.[4]

Biografia de Slash

Segundo ele, Slash foi um apelido dado por Seymour Cassel (pai de seu amigo Matt) pois sempre que Cassel via ele Saul estava sempre com pressa, o apelido pegou e ele o usa até hoje, filho de dois artistas, o pai produtor Tony Hudson, inglês e (judeu) e sua mãe Ola Hudson figurinista afro-descendente estadunidense. Mudou-se para Los Angeles, Califórnia, EUA aos 11 anos. Aos 15 anos, ganhou um violão de uma corda só de sua avó que ela pensou que seria um contra-baixo.Após seu professor ver que Slash não sabia o que era um contra-baixo e nem sabia o que realmente queria tocar, ele deu aulas naquele mesmo violão com uma corda só até que ele comprasse uma guitarra e conseguisse fazer a sua música sozinho.
Após conhecer o guitarrista Izzy Stradlin em uma loja em que trabalhava(Izzy gostou de seus desenhos e foi cumprimentá-lo), conheceu Axl Rose. Ambos Tracii Guns e Slash queriam entrar para o Guns como guitarristas solo. Na época, Slash foi escolhido pois três dias antes de um show Tracii Guns teria desistido . Assim deixou o Hollywood Rose que fundiu-se com o L.A. Guns e também abandonou o Tidus Sloan que era sua banda de garagem que havia começado. (Escrito em seu livro: Slash by Slash and Anthonny Bozza). Depois disso, precisaram de um baterista e rapidamente Slash, lembrou que Steven Adler seu amigo de adolescência tocava bateria e chamou-o para o Guns N' Roses. Suas influências musicais são: Led Zeppelin, Black Sabbath, Eric Clapton, Rolling Stones, Aerosmith, Jimi Hendrix, Jeff Beck, Neil Young, Iggy Pop, Brian May do Queen e Eddie Van Halen do Van Halen, além da grande influência em blues, Heavy Metal e até Punk Rock clássico. Muitas pessoas afirmam a incrível semelhança que ele consegue ter com algumas de suas influências Jimmy Page (guitarrista do Led Zeppelin), Joe Perry (guitarrista do Aerosmith) e Brian May (Jimi Hendrix, das influências citadas, é com certeza a mais evidente).
Saiu do Guns N' Roses em 1996, por não ter mais um bom relacionamento com Axl Rose (Axl tirou o som de Slash como o mais alto na mixagem e deu o privilégio ao recém-chegado Paul Tobias abafando seus solos). Este parecia ter sido o momento crítico. Slash já tivera problemas com a banda em outras vezes, como por exemplo na gravação da música "Sympathy for the Devil" (Rolling Stones), gravada para o filme Entrevista com o Vampiro, onde seus solos não foram incluídos na mixagem final. Slash foi fundamental na identidade da banda, resgatando solos do passado, buscando influências dos guitarristas que ajudaram muito ao surgimento do rock, usando suas influências do Blues, sempre fazendo covers e boas apresentações ao vivo.
Slash também participou de gravações com o cantor Michael Jackson e ajudou nas músicas "Black or White" e "Give in to Me" na qual participou do clipe. O trabalho com o cantor também levou o guitarrista a o show de comemoração de 30 anos da carreira de Michael e em MTV Music Awards.
A partir de 2004, Slash formou o Velvet Revolver, juntamente com Duff e Matt Sorum e o vocalista do Stone Temple Pilots, Scott Weiland. Stradlin também faria parte do projeto, porém preferiu não continuar. Assim Dave Kushner (que Duff o achou e Slash havia estudado com ele no colégio) assumiu a guitarra base. Em 12 de abril de 2007 o Velvet Revolver abriu o show do Aerosmith no Morumbi em São Paulo.
Em 2009, Weiland saiu do Velvet Revolver para voltar ao Stone Temple Pilots e até então, o Velvet Revolver está sem vocalista. Já lançou 2 discos com a banda, e está a procura de um novo vocalista para gravação de um futuro album.
Em abril de 2010 Slash lançou seu primeiro album solo, o homônimo Slash que conta com diferentes vocalistas como Fergie (Black Eyed Peas), M. Shadows (Avenged Sevenfold), Ian Astbury (The Cult), Dave Grohl (Foo Fighters), Chris Cornell (Soundgarden) e Iggy Pop, Ozzy Osbourne, Kid Rock, além dos ex-Guns n' Roses: Steven Adler, Izzy Stradlin e Duff McKagan.
Slash sempre é chamado para fazer alguma participação especial em shows de vários artistas.
Recentemente disse que é muito viciado no jogo de video-game Guitar Hero, e aproveitando isso, os produtores do jogo chamaram ele para fazer parte de um de suas versões, Guitar Hero III: Legends of Rock.
Slash foi casado duas vezes, o primeiro casamento com Reneé Suran, e o segundo com Perla Ferrer, com quem teve dois filhos, London e Cash

Slash

Saul Hudson, mais conhecido como Slash (Stoke-on-Trent, 23 de julho de 1965), é um guitarrista de rock, músico, compositor e produtor. Tornou-se conhecido pelo seu trabalho no Guns N' Roses, e já tocou também em sua própria banda, a Slash's Snakepit; atualmente integra o Velvet Revolver, com os ex-companheiros do Guns N' Roses: Duff McKagan e Matt Sorum. Sua guitarra preferida é a Gibson Les Paul.
Possui entre suas marcas registradas cobrir seu rosto com a longa cabeleira, usar uma cartola, solar e correr, tocar enquanto fuma um cigarro, influência do blues. Seu reconhecimento fica por conta de suas composições que, "teoricamente", não são tão complexas, mas a sua habilidade faz com que ele adicione um "toque" a mais mesmo em músicas simples. Seus solos também são conhecidos por trazer de volta as influências do blues, na linha do rock dos anos 70, fugindo da tendência de sua época.

Outros

O jeito energético de tocar de Angus foi influenciado por outros jovens guitarristas. Muitos dizem que a respeito de ser um grande fã de Chuck Berry, Angus "Plagiou" o famoso 'passo' do seu ídolo, no qual efetua batidas com o calcanhar do pé no chão, enquanto saltita com o outro. Seu trabalho com o AC/DC influênciou várias bandas, como principalmente a Def Leppard, até novos artistas como Ket And You and I (como fica exemplificado pela primeira música do quinto álbum desse artista: Ket and You and I). Angus cita como suas influências, Chuck Berry, Muddy Waters entre outros guitarristas de Rock/Blues. Angus e seu irmão Malcolm compõem atualmente todas as músicas do AC/DC. Angus admite ter um pouco de ajuda de seu irmão Malcolm em alguns solos como: Back in Black e Hells bells. Após AC/DC e principalmente o próprio Angus ter sofrido uma forte pressão da crítica por vários anos, que alegava que Angus e suas musicas do AC/DC tinham satanismo incluido. Após muito tempo sofrendo essas críticas, Angus não parou de fazer suas musicas com o mesmo tema, continuando com forte pressão, mesmo após ter falado abertamente que era Católico. "Não achei que muitas pessoas iam fazer alarme por músicas assim, não sou pregador de qualquer religião ocultista e muito menos do Satanismo"
Angus Young Está Classificado na Lista dos 100 Melhores Guitarristas, numa pesquisa feita pela Revista Rolling Stones. Ele se encontra na posição de Nº 96.

Equipamentos de Angus Young

Guitarras
Angus usa a Gibson SG de vários modelos. É muito raro vê-lo com outro modelo de guitarra. De todos os modos, ele tem SGs e uma ES335s. Quando ele tocou "Rock Me Baby" com os Rolling Stones ele usou uma Gibson ES-335, usada pelo Keith Richards, essa é uma das poucas vezes que o vemos sem sua Gibson SG. Angus tem uma Gibson SG lendária de 1968, com os captadores T Tops. Outra Gibson SG é a de 1964 que ele usou para gravar o álbum Ballbreaker,tem Captadores patenteados. Todas essas tem captadores Alnico 5 de high output com matched coils. Angus usa encordoamentos Ernie Ball há aproximadamente 40 anos.
Amplificadores:
Angus usou Marshalls: JTM45s, JTM50s, JMP50s e Superleads. Seu amplificador principal é o JTM45, Costuma usá-lo ao vivo e em estúdio. Quando Young toca ao vivo, ele o usa através de uma caixa de isolação que ficar sob o palco e alimenta diretamente o sistema de PA. No estúdio, Angus usa frequentemente 100w Marshall Plexi para riffs e um pequeno Plexi (jmp50, jtm50, ou jtm45) para solos. Sempre usou caixas Marshall 4x12 (modelo 1982 e de 1960) com Celestion G12H 30 watts (nas velhas gravações), Vintage 30s (nas novas gravações) e G12M 25 watts (em solos/overdubs on newer recordings). Ao vivo Angus disse para a Marshall que também usa o cabeçote de 1987 x 50 watts.

Biografia

Angus Young nasceu em Cranhill, Glasgow com seus irmãos mais velhos Malcolm Young, George e Alex. Angus começou a tocar violão quando tinha apenas 7 anos de idade. Seu vizinho tinha um violão e Angus costumava tocar sempre que o visitava. Seu primeiro violão, no entanto, foi um banjo que pertencia à sua família, em que ele mudou a afinação. Angus passou a tocar guitarra mais seriamente em 1963, ano em que sua família mudou-se da Escócia para a Austrália. Ele comprou uma Gibson SG após tê-la visto em um catálogo de um amigo. Enquanto não tinha sua Gibson SG, ele tocava numa velha Höfner que era de seu irmão Malcolm. Um dos irmãos de Young, George (que tocava na banda The Easybeats), dava aulas de guitarra para Angus e Malcolm quando estava em casa após as turnês.
Antes de formar o AC/DC, Angus tocou num grupo chamado Kantuckee, e que a banda tinha como formação: Bob McGlynn(Vocal) Angus Young(Bateria) Jon Stevens(Baixo) Foi a primeira banda a gravar uma fita demo para Stevie Wrights, classicamente conhecido como "Evie", num pedido de George Young. A banda cresceu e mudou o nome para Tantrum,com outro vocal, Mark Sneddon.
Formação do AC/DC
Angus e Malcolm Young formaram o AC/DC em 1973. A primeira formação incluia Angus como guitarra solo, Malcolm como guitarra base, Colin Burgess na bateria,Larry Van Kriedt no baixo e Dave Evans nos vocais. A primeira música da banda chamou-se "Can I Sit Next to You Girl". Eles criaram o nome AC/DC após ter visto que estava escrito AC/DC atrás de uma máquina de costura da irmã Margaret. AC/DC é uma sigla em inglês que significa corrente alternada/corrente contínua de eletricidade.
Após tocar com a banda por um tempo, Angus desenvolveu a imagem de Schoolboy(Garoto da escola). Antes de ter a imagem de Schoolboy, Angus tentou outras imagens como Spider-Man, Zorro, Gorilla e uma paródia do Super Man, nomeado de Super-Ang. A imagem de Schoolboy veio a ser uma marca registrada de Angus Young. O uniforme original foi retirado de sua escola secundária, Ashfield Boys High School, em Sydney. Há rumores de que ele não tinha tempo de trocar sua roupa antes de ir para os shows. Sua irmã Margaret sugeriu que ele vestisse o uniforme da escola, após Malcolm ter dito que cada membro da banda teria que ter uma vestimenta. Isso pode parecer irônico mas Angus não gostava muito de ir a escola. Eventos Recentes
Angus prefere manter sua vida privada fora da mídia. Atualmente mora em Sydney, Austrália, e também tem uma residência em Aalten, Holanda (por ele ter uma casa na Holanda, ele está numa lista das 500 pessoas mais ricas desse país). É fato também que se casou com sua esposa Ellen em 1980 pouco depois da morte de Bon Scott.
Em 24 de Agosto de 2006, Angus recebeu "Kerrang! Magazine's Legend Award", do editor Paul Brannigan.Paul Brannigan considerou AC/DC como uma das bandas mais importantes da história do Rock. E Angus Young também já foi coroado como maior ícone do Rock por uma revista inglesa estando na frente de pessoas como Slash.

Angus Young

Angus é membro e fundador da banda australiana de rock AC/DC. Sua guitarra elétrica predileta é a Gibson SG que conseguiu na Austrália. Um dos maiores guitarristas da história do rock and roll e autor de célebres riffs de guitarra, como Back in Black, Highway to Hell, entre outros.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Pearl Jam

O embrião do Pearl Jam foram outras pequenas bandas de Seattle. Na época a cidade ainda não era reconhecida como grande pólo do Rock 'n roll americano, sendo lembrada apenas por ser a terra natal de Jimi Hendrix.
O guitarrista Stone Gossard e o baixista Jeff Ament eram amigos e formaram uma banda de hard rock chamada Green River, ao lado do guitarrista Steve Turner e do vocalista Mark Arm, em 1984.[5] Chegaram a gravar e lançar um disco, chamado Rehad Doll, além de um EP, pelo selo local Sub Pop.
O vocalista, Eddie Vedder
Mas em 1988, a banda resolve se separar, sendo que Arm e Turner formariam logo depois o Mudhoney, uma das bandas primordiais do grunge. Jeff e Stone continuam juntos e, juntamente com o baterista Jeff Turner e o vocalista Andrew Wood, formam uma nova banda, chamada Mother Love Bone. Assinam um contrato com a Geffen Records e lançam em 1989 o EP Shine e, em 1990, um álbum chamado Apple. A banda começa a fazer sucesso nos EUA, quando, logo depois do lançamento de Apple, em 16 de março de 1990, morre o vocalista Wood, vítima de uma overdose de heroína.
Chris Cornell, amigo de Andrew Wood, sugeriu um disco tributo para Wood. Nascia então o Temple of the Dog, projeto que reuniu integrantes do Mother Love Bone e do Soundgarden. Para a guitarra solo, convocaram o ainda iniciante Mike McCready, que já tocava, nesse meio-tempo, com Jeff e Stone os instrumentais que Stone havia composto mas que ainda não haviam sido gravados. Stone, Jeff e Mike haviam, na época do Temple, recentemente encontrado um vocalista para os instrumentais que tocavam: Eddie Vedder, vocalista de Evanston, indicado por um amigo comum: Jack Irons, baterista da primeira formação do grupo californiano Red Hot Chili Peppers. Devido ao grande talento de Eddie Vedder, este fora convidado a gravar vocais de fundo para o Temple of the Dog. Este supergrupo de Seattle lançou seu disco homônimo em 1991 e emplacou a música Hunger Strike nas paradas. Porém, Stone, Jeff e Mike estavam agora mais centrados no conjunto que formaram com Vedder.

[editar] Surge o Pearl Jam (1990)

[editar] Formação da Banda

Conforme citado acima, Eddie Vedder juntou-se a Stone, Jeff e Mike por meio de Jack Irons, que posteriormente viria a ser o baterista do Pearl Jam no período entre 1994 e 1998. Irons enviou, após audição dos intrumentais de Stone e grupo (tocados com a ajuda de Matt Cameron, baterista do Soundgarden e do Temple of the Dog), um fita demo para Eddie Vedder. Os grooves cheios de energia e dinamismo de Stone inspiraram Eddie a compor as letras (todas no mesmo dia) para os três instrumentais contidos na fita (Eddie tinha as três letras na cabeça depois de uma tarde surfando). Tornaram-se assim as músicas que futuramente fariam-se sucesso na banda sendo duas do álbum "Ten": Alive, Once e Footsteps[6], esta lançada no single Jeremy. O que mais impressionou Stone e os outros foi o fato de que as letras que retornaram cantadas no canal sobressalente da fita eram marcantes, fortes e instigantes. E extremamente pessoais, cantadas por Eddie com extrema paixão, convicção, num modo tocantemente ligado ao cantar das letras; em ocasiões sussurando; por vezes cantando-as como se saíssem das visceras, do fundo de seu coração. Falavam de temas psicológicos envolvendo traumas familiares, conseqüências desses conflitos e a ausência da figura paterna. Alive fala do garoto que descobre, pela sua mãe, que seu pai verdadeiro não era o que conhecia. Que toda a sua vida o homem que acreditara ser seu pai (e há razões para acreditar que esse pai não o tratava muito bem) não era seu verdadeiro pai. A perturbação psicológica e o comportamento homicida manifestaram-se em Once, sua continuação. Em Footsteps temos o rapaz, já mais crescido, na cela de uma cadeia, completando a mini-ópera de Vedder. O tema é todo tocante e as interpretações as mais diversas. Fato é que essas canções permitiram que os rapazes montassem uma das mais importantes bandas do Rock and roll. A essas três canções, Eddie Vedder deu o título de Mamasan Trilogy.

[editar] De onde surgiu esse nome?

No outono de 1990, surgiu o Mookie Blaylock que em novembro do mesmo ano viria a chamar-se Pearl Jam, nome sugerido por Vedder, que, numa brincadeira, disse ser uma homenagem a uma suposta geleia com poderes alucinógenos que sua avó (chamada Pearl) fazia. O significado mais provável, entretanto, é vindo do baixista da banda, Jeff Ament, segundo ele esse nome teria surgido depois dele assistir uma apresentação das bandas Sonic Youth e Crazy Horse, sem nenhuma relação com geléias ou coisas do tipo.
No DVD Immagine In Cornice, Eddie Vedder diz a um italiano para o qual discursava sobre o tipo de música que tocavam que não sabe o que o nome Pearl Jam significa ("I don't know what it means", em suas próprias palavras.).

[editar] Ten e sua repercussão (1991)

O primeiro álbum do grupo, Ten (número da camisa de Mookie Blaylock no time de basquete New Jersey Nets), saiu em 23 de agosto de 1991 e é considerado um dos melhores álbuns do grunge, e do rock em geral nos últimos tempos.[7] Possui canções belas e inesquecíveis como Alive (o grande sucesso radiofônico do disco, que levou o Pearl Jam a ser conhecido nos quatro cantos do mundo), Oceans, Black e Release, outras pesadas e raivosas típicas do grunge, como Once e Why Go, além de outras excelentes por si só, como Jeremy (outro grande sucesso radiofônico, cuja letra trata de um garoto de que Vedder tinha ouvido falar, que havia cometido suicidio numa sala de aulas de uma escola americana[8]), Porch e Even Flow. Com a excessiva execução desse disco nas rádios e MTVs, a banda vai ficando bastante conhecida — logo Vedder começaria a sentir o peso desse sucesso —, e o álbum chega assim ao Top Ten americano. A banda ganha o prêmio de Video of the Year da MTV, com o clipe de Jeremy, que muitos consideravam apelativo, além de vários outros prêmios. O destaque final fica por conta das emotivas letras escritas por Vedder, responsáveis em parte pela sintonia imediata do público com a banda. Ele costuma dizer que suas letras são para serem interpretadas por cada um como bem entender, podendo até gerar interpretações distintas dependendo do ouvinte.
O baixista, Jeff Ament
Em 16 de outubro de 1991, o baterista Dave Abbruzzese substituiu Dave Krusen, que, segundo consta, preferiu juntar-se à banda do programa "Saturday Night Live" (mal sabia ele que o Pearl Jam se tornaria um caso sério de sucesso).
Em 1992, a banda participa do filme Singles (Vida de Solteiro no Brasil), do diretor americano Cameron Crowe. Nesse filme, é feito um retrato da geração grunge de Seattle e várias bandas da cidade aparecem tocando, como por exemplo, o Alice in Chains. Alguns dos membros do Pearl Jam fazem parte da banda de Matt Dillon, chamada Citizen Dick, sendo que Vedder é o baterista.
A banda participa ainda de um mini-acústico para a MTV, em que eles tocam algumas canções do primeiro disco, além de uma música que saiu na trilha sonora do filme Singles (chamada State of Love and Trust, e que tinha o estilo de Ten) e uma música cover de Neil Young, chamada Rockin’ in the Free World (que a banda também tocou e toca até hoje em vários concertos).
Nessa apresentação, Vedder protagoniza um show particular ao final, quando sobe no banquinho em que estava sentado e com uma caneta escreve vários slogans em seu corpo, em particular, alguns a favor de um instituição ambiental chamada Earth First (ele possui uma tatuagem em sua perna com o logotipo dessa instituição, de que é sócio).

[editar] Vs. (1993)

O grupo volta ao estúdio para gravar o seu segundo disco. Vs. foi lançado em 8 de outubro de 1993 e chegou ao primeiro lugar de vendagens em tempo recorde: 24 horas. Só na primeira semana, o disco vendeu mais de 950 mil unidades, quebrando com folga um recorde que antes era do Guns n' Roses.[9] A principio, ele iria se chamar 5 Against 1, mas, na última hora, a banda resolveu chamá-lo simplesmente de Vs. (aliás, esse título não está escrito em nenhum lugar do CD).
A banda mostra definitivamente que pode ir além do que faz a maioria das bandas grunges, que nessa época já estavam fazendo muito sucesso. Possui excelentes canções como Animal, Daughter, Elderly Woman Behind a Counter in a Small Town, Rearviewmirror, WMA, Leash e Indifference. Cada canção transborda de sentimento e garra, mostrando uma banda bem entrosada.
O guitarrista, Mike McCready
Mas nem tudo são flores: Vedder experimenta cada vez mais o que é ser um rock star, e isso o incomoda. Mas a banda não diminui o ritmo intenso. Ainda em 1993, Eddie participa de um show no Rock and Roll Hall of Fame ao lado dos ex-membros do The Doors, Ray Manzarek, John Densmore e Robby Krieger. Lá, eles cantam três músicas do inesquecível grupo de Los Angeles: Roadhouse Blues, Break on Through e Light My Fire. Para fechar o ano, a banda aparece numa apresentação para o MTV Music Video Awards, para tocar a nova música Animal e com Neil Young no palco para a última música, Rockin’ in the Free World.
Em março de 1994, o grupo começou uma dura batalha com a Ticketmaster, a maior empresa de ingressos dos EUA. A banda pretendia baratear o preço das entradas dos seus shows de verão, já que os preços eram estipulados pela empresa, que ficava com a maior parte dos lucros. Sem conseguir encontrar lugares que não tivessem contratos exclusivos com a Ticketmaster e sem apoio efectivo dos outros grupos musicais, o Pearl Jam foi obrigado a cancelar a excursão.

[editar] Vitalogy (1994)

O terceiro álbum do Pearl Jam, Vitalogy, foi lançado em 6 de dezembro de 1994. O álbum saiu primeiramente numa edição especial de vinil, passando a ser comercializado também em CD e cassete apenas duas semanas depois. Esse disco mostra um Pearl Jam ainda criativo e contagiante, com Vedder escrevendo ótimas letras e criando excelentes melodias e os instrumentistas bem afiados e mostrando muita garra (além de uma boa dose de experimentalismos, como nas faixas Bugs, Pry To, Aye Davanita e a estranhíssima última faixa, Stupid Mop). Algumas músicas que se destacam são Last Exit, Spin the Black Circle (uma das músicas com maior sonoridade punk do Pearl Jam – o título é uma referência ao fato de Vitalogy ter sido também lançado em vinil), Whipping (composta originalmente para sair no disco Vs), Better Man (que Vedder compôs nos tempos de Bad Radio), a belíssima Corduroy e a balada Immortality (que a banda insiste em afirmar que não é uma homenagem a Kurt Cobain).
Dave Abbruzzese é demitido, segundo consta, por ter um modo diferente de encarar a fama e o sucesso em relação aos outros integrantes da banda[10] e, em janeiro do ano seguinte, a banda anuncia oficialmente que Jack Irons (ex Red Hot Chili Peppers e Eleven) assume as baquetas no Pearl Jam, durante a transmissão do Monkey Wrench Radio Special. O programa de rádio contou ainda com Dave Grohl, Krist Novoselic, Soundgarden e Mudhoney.
A essa altura, Vs. já tinha seis discos de platina, Ten, nove e Vitalogy, cinco. No mesmo ano, o Pearl Jam excursiona com Neil Young. A turnê rende Mirrorball, disco solo do roqueiro, mas também Merkinball, composto pelas músicas I Got ID e Long Road. Em fevereiro de 1996, o Pearl Jam ganha seu primeiro Grammy, na categoria Melhor Performance de Hard Rock por Spin the Black Circle.

[editar] Mirrorball (1995)

Na metade de 1995, a situação entre os membros da banda volta a ficar delicada, após um show em San Francisco, em que Eddie deixa o palco após a sétima música, alegando estar debilitado fisicamente por causa de algo que comera no hotel. Neil Young, que estava com a banda se preparando para divulgar Mirrorball, gentilmente termina o show no lugar de Eddie, mas sem evitar que a banda ficasse incomodada com seu vocalista. Eles decidem se separar por algum tempo, para descansar e tentar temporariamente levar uma vida normal, cancelando assim os próximos shows agendados.
Isso não ocorre. Os membros da banda aparentemente não conseguiram ficar longe da música e do Pearl Jam em si. Eles voltaram a se reunir uma semana após a separação e, depois de fazer as pazes e traçar novos objetivos, voltam à turnê que fora brevemente interrompida.

[editar] No Code (1996)

Em 1996, voltam ao estúdio e, em agosto do mesmo ano, lançam No Code, que pode ser considerado um marco na carreira da banda. É o disco mais eclético e variado do quinteto, no que diz respeito a influências, sonoridades e estilos. Possui excelentes músicas, como In My Tree (com uma batida tribal empolgante, parecida com a música WMA, do disco Vs., que já mostrava como a banda podia variar em suas músicas), Hail, Hail, Red Mosquito, Lukin (homenagem a Matt Lukin, então baixista do Mudhoney), a magnífica Present Tense (segundo algumas pessoas, o nome seria uma homenagem ao guitarrista Pete Townshend, da banda The Who), Smile, Who You Are.
O baterista, Matt Cameron
A banda continua com sua política de não divulgar o álbum comercialmente pelos meios normais, nem lançando vídeos pela MTV (a banda só os fez para o disco Ten) nem dando entrevistas e nem se apresentando em programas de TV. A imprensa em geral, naturalmente, continua a boicotá-los, mas a banda não se comove e continua a fazer aquilo em que acredita. Enquanto a imprensa detona o quinteto (e principalmente Eddie Vedder), vários artistas os defendem, entre eles Michael Stipe, do REM, e Courtney Love, do Hole, dando assim mais credibilidade à banda e fazendo com que os fiéis e verdadeiros fãs do Pearl Jam continuem a segui-los.
Obviamente, No Code não foi um retumbante sucesso comercial, mas mesmo assim vendeu bem, e a banda parte para um nova turnê de quase dois anos, sempre com bons públicos. É importante dizer também que o grupo perdeu um pequena parcela de fãs antigos, que gostavam mais da época grunge do quinteto, com suas músicas raivosas e pesadas, mas mesmo assim o Pearl Jam continuou a ser uma das bandas mais conhecidas do mundo.

[editar] Yield e Live on Two Legs (1998)

Depois da extensa turnê de divulgação, o Pearl Jam volta ao estúdio e passa o resto de 1997 trabalhando em novo material. O resultado, lançado em fevereiro de 1998, é chamado de Yield. Boas críticas e vendagens relativamente boas também marcam esse lançamento, mas sem a euforia que marcou os dois primeiros discos da banda, na época em que eles eram os principais destaques da MTV e do rádio.
Esse disco é bem parecido com No Code: mostra a banda mais madura e competente nas suas composições e arranjos instrumentais, com músicas mais voltadas ao Rock 'n roll normal, livrando-se definitivamente do estigma de banda grunge. São vários os destaques do disco, como Brain of J, Do the Evolution, Faithfull, Given to Fly (que tem uma levada muito parecida com Going to California do Led Zeppelin), In Hiding e MFC. Nesse disco, a banda volta atrás em uma das atitudes da postura anticomercial levada a cabo por eles, aquela mais afetou os fãs (e por isso mesmo eles acabaram cedendo): a não produção de clipes. Eles fazem um vídeo para a faixa Do the Evolution. Todo feito em desenho animado, produzido por Todd McFarlane, criador do personagem de revistas em quadrinhos e cinema Spawn, o clipe é transmitido exaustivamente pela MTV ao redor do mundo.
Depois do lançamento do álbum, Irons sai da banda por problemas de saúde, e Matt Cameron (que havia ficado sem banda depois do fim do Soundgarden) assume as baquetas. Ainda em 1998, dois novos lançamentos da banda: o vídeo Single Video Theory, onde a banda aparece tocando músicas do último álbum, e o primeiro disco ao vivo do grupo, Live On Two Legs (o título é uma referência a Death On Two Legs, primeira música do clássico álbum A Night at the Opera, do Queen). Nesse álbum, a banda aparece tocando músicas de todos os seus cinco discos e fecha com mais um cover de Neil Young, Fuckin’ Up.

[editar] Postura solidária e single Last Kiss (1999)

No ano de 1999, o Pearl Jam participou de um disco em benefício das vítimas da guerra de Kosovo, chamado No Boundaries (no Brasil, Sem Fronteiras). O grupo aparece com as músicas Last Kiss e Soldier of Love. Ambas, na verdade, não são do Pearl Jam. A primeira é uma balada de um cantor dos anos 60, Wayne Cochran; o Pearl Jam apenas regravou a música quase quatro décadas depois, e ela sem querer se transformou no single de maior sucesso da banda. A segunda, é uma composição de Buzz Cason e Tony Moon, mais conhecida por ter sido executada pelo grupo inglês The Beatles no álbum Live at the BBC,

[editar] Binaural (2000)

Ainda em 1999, o Pearl Jam volta a trabalhar na gravação de um novo disco, o sexto de estúdio. O resultado é lançado em maio de 2000 e chama-se Binaural. Produzido por Tchad Blake e mixado por Brendan O 'Brian, Binaural pode ser comparado com Yield e No Code, por mostrar a banda mais contida, sem o peso e a agressividade de antigamente, mas ainda com muita criatividade e competência, sendo visível a maturidade das composições e melodias criadas pelo quinteto. Destaque para as músicas God's Dice, Nothing As It Seems (primeiro single do álbum, considerada por Mike a melhor composição da banda), Light Years, Soon Forget (apenas Eddie na voz e ukelele), Sleight of Hand e Grievance. A produção de Binaural realça em algumas músicas uma atmosfera meio depressiva e pesada, como em Nothing As It Seems e Sleight of Hand. As letras foram feitas por Stone Gossard, Eddie Vedder e Jeff Ament, diferente de antigamente, quando Vedder era o letrista quase que exclusivo. Vale destacar que o grupo continua a distribuir os seus álbuns em caixinhas especiais (isso acontece desde o terceiro disco, Vitalogy), para evitar que o trabalho chegue mais caro às lojas devido à tradicional caixinha de plástico que é produzida por uma única empresa nos EUA. Outra novidade é o lançamento de diversos "bootlegs oficiais": são discos contendo gravações de concertos da banda ao redor do mundo, por preços mais acessíveis.
O guitarrsta, Stone Gossard
No mesmo ano, uma tragédia marcou o grupo: durante sua apresentação no Roskilde, na Dinamarca, nove pessoas morreram esmagadas. Abalada, a banda decidiu que não tocaria em festivais ou em frente de grandes platéias por um período. Entre os concertos da banda naquele ano, este foi o único que não constou dos 72 "bootlegs oficiais".

[editar] Riot Act (2002)

Em 2002, a banda volta ao estúdio para gravar seu sétimo disco, ao lado do produtor de Adam Kasper. Em outubro sai o primeiro single, para a música I am Mine, e no mês seguinte é lançado Riot Act. A banda volta a apresentar também um clipe, para a canção I am Mine (o último tinha sido para Do the Evolution do disco Yield), além de anunciar que pretende novamente lançar os "bootlegs oficiais", a exemplo da turnê do disco anterior.

[editar] Lost Dogs e Live at the Garden (2003)

Em 2003, os lançamentos da banda foram a coletânea de b-sides Lost Dogs e o DVD Pearl Jam at the Garden, que traz uma apresentação do quinteto em Nova York (sexteto, se contarmos o tecladista Boom Gaspar), com participações especiais de Ben Harper, Steve Diggle e Tony Barber. Até aquele momento, o grupo já havia lançado dois vídeos: Touring Band, que traz a banda em ação durante a turnê de Binaural, além do já citado Single Video Theory, que traz os bastidores das gravações do disco Yield. Outro fato importante de 2003 foi o fim do contrato com a Epic, que lançara todos os discos do grupo até então.

[editar] Live at Benaroya Hall (2004):

Em 2004, a banda lança o disco duplo Live at Benaroya Hall, que traz uma performance acústica da banda realizada em outubro de 2003, em prol da organização beneficente Youth Care. No show, a banda apresenta uma música inédita, Man of the Hour, da trilha sonora do então recém-lançado filme Big Fish, do diretor Tim Burton. O show ainda conta com interpretações de dois grandes sucessos da banda, Immortality e Crazy Mary, esta com destaque para o solo de teclados de Boom Gaspar.

[editar] Pearl Jam (2006)

Em 2 de maio de 2006, a banda lançou Pearl Jam. O álbum, auto-intitulado, traz como destaque o excelente trabalho de guitarras de Gossard e McCready. O discurso do álbum, ao longo de suas 13 faixas, é na sua maioria antiguerra, criticando severamente, à semelhança de Riot Act, o governo de George W. Bush. O single World Wide Suicide foi disponibilizado meses antes do lançamento oficial do álbum de forma gratuita no site oficial da banda.
Pearl Jam foi o primeiro trabalho da banda fora da Epic. Quando perguntado sobre a simplicidade do nome do álbum, Eddie respondeu: "Há tanta informação nas canções e nas letras, que dá a sensação que mais um título seria pretensão demais." O primeiro single do álbum foi World Wide Suicide, e Inside Job foi a primeira letra de McCready a entrar em um álbum da banda. Como forma de divulgação do álbum, a banda tocou duas músicas do novo álbum (World Wide Suicide e Severed Hand) no humorístico Saturday Night Live. Fazia doze anos desde a última apresentação da banda no programa.
Entre 2006 e 2007 a banda realizou várias turnês pelos Estados Unidos e Europa para promover o álbum Pearl Jam. Em 2007 lançou o DVD Live in Cornice, relativo aos espectáculos da banda em 2006 na Itália. No inicio de 2008 Eddie Vedder realizou uma turné pelos Estados Unidos dando a conhecer o seu trabalho no projecto Into the Wild. No mesmo ano a banda começou também a sua turnê em solo norte-americano com doze concertos marcados, acabando por dar treze. Foi anunciado antes do inicio da turnê que todos os concertos iriam ser colocados a venda fazendo da banda recordista em discos ao vivo[4], sendo que algumas músicas de cada concerto seriam também disponibilizadas para telemóvel.[11] Também em 2008 foi confirmado por Mike McCready que a banda está a preparar um novo álbum, voltando a ter Brendan O'Brien como produtor.[12]

[editar] Backspacer (2009)

Em setembro de 2009 a banda lançou o seu nono álbum de originais, intitulado Backspacer, que alcançou o 1º lugar na Billboard Top 200 vendendo aproximadamente 350 mil cópias na primeira semana de vendas (sendo que nos dois primeiros dias vendeu 275 mil cópias), produzido por Brendan O'Brien, que já havia produzido Yield, de 1998. O primeiro single deste álbum teve o nome de The Fixer e foi lançado em agosto. No entanto, a primeira música a ser apresentada em público foi Got Some, tocada em directo no Tonight Show de Conan O'Brien. O álbum será lançado sem editora nos Estados Unidos, sendo distribuído no resto do mundo pela Universal Music Group.

[editar] A "Pausa" (2010)

No dia 10 de julho, a banda se apresentava em Oeiras, Portugal, quando o vocalista Eddie Vedder leu uma mensagem, em português que dizia: “Obrigado por vim (sic) ao nosso último show. Não será o último para sempre, mas o último por muito tempo”[13]. No seu site oficial, a banda ainda não divulgou nada sobre o assunto. Logo após o show, na segunda feira dia 12 de Julho, a empresária da banda confirmou que houve um erro na tradução inglês/português e que o que Eddie queria dizer era que o final da turne, mas que eles não estão entrando em hiatus.

Pearl Jam

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Pearl Jam é uma banda de rock oriunda da cidad
e de Seattle, nos Estados Unidos da América, no auge do período do movimento grunge local, e é considerada uma das mais populares e influentes da década de 1990. Eles, junto com Nirvana, Soundgarden, Mother Love Bone, Alice in Chains e Mudhoney, ajudaram a popularizar o movimento grunge no início dos anos 90. Pearl Jam é uma das poucas bandas grunges que continuaram ativas até hoje, mesmo após o fim das suas outras bandas contemporâneas.
A banda detém uma marca inusitada: durante a turnê de Binaural, lançou nada menos que 72 CDs duplos, que traziam na íntegra cada um dos concertos da turnê. Suas atitudes em defesa dos fãs, tais como um processo movido contra a empresa Ticketmaster (que monopoliza o mercado de venda de ingressos em território americano) tornaram-se marcos. No caso contra a distribuidora de ingressos, a banda exigiu na justiça que a empresa reduzisse seus lucros, a fim de diminuir o preço dos ingressos de seus concertos, para que os fãs fossem beneficiados. Somando-se isso ao engajamento político e em causas de ajuda humanitária, o Pearl Jam tornou-se uma das mais idolatradas e respeitadas bandas da história do rock vendendo ate a data cerca de 30 Milhões de discos nos Estados Unidos[1], e 60 Milhões em todo o mundo.[2][3], e sendo a banda recordista de álbuns ao vivo[4]